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quinta-feira, 27 de novembro de 2014


As placas de alerta para ataques de tubarão no trecho de risco do litoral pernambucano devem ganhar uma nova roupagem. Apesar do modelo atual já ser bastante conhecido pelos banhistas locais e pelos turistas que visitam o estado, o Comitê de Monitoramento de Incidentes com Tubarões (Cemit) e o Instituto Oceanário pensam em mudar o formato dos painéis. A ideia foi anunciada ontem, durante a posse do novo presidente do Cemit, o coronel do Corpo de Bombeiros Clovis Fernandes Ramalho. O oficial assume o lugar da professora da Universidade Federal Rural de Pernambuco Rosângela Lessa, que comandou o órgão por pouco mais de dois anos.

Para Ramalho, as 104 placas espalhadas ao longo das praias do Pina, Boa Viagem, Piedade e Reserva do Paiva devem ter um formato mais atrativo. “Vamos trabalhar para dar continuidade ao que foi desenvolvido até agora. No entanto, vamos debater a modificação das placas de alerta das praias. São placas de advertências e educativas”, pontuou Ramalho.
O novo padrão que está sendo pensado deve ter menos palavras escritas e um novo modelo gráfico. A última grande mudança nos avisos foi feito no ano de 2012. “Estamos pensando em adotar um modelo internacional de placas de alerta”, disse o coronel. Pretendo marcar uma reunião até o final deste ano ainda para tratar sobre isso e outros assuntos”, ressaltou o presidente do Cemit.

Questionada sobre a ideia da mudança nas placas da orla, a professora Rosângela Lessa disse que não vê a necessidade da troca. “Acho que as placas que existem nas nossas praias são excelentes. Elas já são conhecidas em todo mundo. Não acredito que precisem ser modificadas para serem melhor compreendidas”, destacou a ex-presidente do Cemit.
Desde o ano de 1992, 59 pessoas foram atacadas por tubarões no Grande Recife e 24 delas morreram, segundo o Cemit. O último caso aconteceu em julho do ano passado quando a turista paulista Bruna Gobbi, 18 anos, morreu após ser atacada por um tubarão na praia de Boa Viagem. A jovem estava com familiares na água e não conseguiu ser resgatada pelos bombeiros a tempo de escapar do ataque. Bruna foi a primeira vítima fatal do sexo feminino feita por um tubarão em Pernambuco.

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