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ATÉ HOJE, OS BELO-JARDINENSES JÁ PAGARAM MAIS DE 6 MI EM IMPOSTOS E A CIDADE ESTÁ AFUNDANDO

Nessa madrugada de 20 de abril, em apenas 110 dias passados do ano, o belo-jardinense já pagou mais de R$ 6 milhões de reais em impostos... Mais informações »

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TV JORNAL FAZ MATÉRIA EM BELO JARDIM, SOBRE A MORTE DA GAROTA MARIA EDUARDA POR NEGLIGÊNCIA DO HOSPITAL , ASSISTA

No último sábado (14), a pequena Maria Eduarda faleceu por negligência do Hospital Júlio Alves de Lira. A garota deu entrada na unidade hospitalar quatro vezes... Mais informações »

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EX-VENDEDOR DE PICOLÉ REALIZA SONHO DE SER POLICIAL MILITAR

Depois da aula de encerramento do Curso de Formação e Habilitação de Praça (CFHP), o soldado Martins, 26 anos, postou em sua rede social uma foto que remetia sua história... Mais informações »

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TRF-4 NEGA RECURSO E MANDA PRENDER JOSÉ DIRCEU

Ex-ministro foi condenado por corrupção passiva, organização criminosa e lavagem de dinheiro... Mais informações »

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A CONDENAÇÃO DE INELEGIBILIDADE DE HÉLIO DOS TERRENOS POR OITO ANOS, FOI DESTAQUE NA MÍDIA ESTADUAL, CONFIRA

A noite de ontem não foi nada bem para o prefeito Hélio dos Terrenos. Depois de amargar na cidade e na internet, a notícia de sua condenação a inelegibilidade... Mais informações »

domingo, 23 de novembro de 2014


Substituir antibióticos por luz no tratamento de infecções causadas por bactérias multirresistentes é uma realidade que está mais próxima dos pernambucanos. Um estudante de engenharia elétrica-eletrotécnica da Universidade de Pernambuco (UPE) desenvolveu este ano, durante estágio no Wellman Center, laboratório de Harvard e do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), dois equipamentos capazes de irradiar em tecidos humanos luz em uma frequência que mata em cerca de uma hora micro-organismos imunes ao tratamento comum.

Caio Guimarães, 23 anos, esteve no Wellman Center por meio do programa Ciências Sem Fronteiras e participou de pesquisa patrocinada pelo exército norte-americano para encontrar meios de eliminar a bactéria Acinetobacter baumannii, encontrada em ferimentos de soldados no Iraque e resistente a 21 antibióticos.

Quando Caio se integrou ao grupo, os norte-americanos já haviam descoberto que certas frequências de luz visível eram capazes de atacar o DNA de bactérias, eliminando-as. Testes em ratos mataram micro-organismos em 62 minutos.

Fonte: Diário de Pernambuco

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