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sábado, 17 de setembro de 2011


Depois de ver o rival ser melhor no primeiro tempo, Tricolor acorda, marca dois gols na sequência, passeia na etapa complementar e faz 4 a 0.

Sem Dagoberto, artilheiro e principal assistente do São Paulo na temporada 2011, coube a um jogador de 19 anos dar a inspiração necessária para o time resgatar a confiança do seu torcedor com uma atuação dentro do Morumbi, que vinha sendo o grande problema da equipe na competição. Até os 40 minutos do primeiro tempo, o Tricolor via o Ceará melhor em campo e já começava a ser questionado pelo seu torcedor. Foi quando Casemiro resolveu acordar. Com uma assistência primorosa para o gol de Piris e um golaço de fora da área, o camisa 8 foi o nome da goleada por 4 a 0 sobre o Vozão que, quando foi melhor, não soube transformar sua superioridade em vantagem no marcador.

Esta é a segunda vez no Brasileirão que o São Paulo comemora duas vitórias seguidas de casa. Além disso, foi o triunfo mais dilatado da equipe na competição. O time foi a 44 pontos, um a menos que o líder Vasco, que derrotou o Grêmio pelo mesmo placar, e, de quebra, ganhou moral para o clássico da próxima quarta-feira, contra o Corinthians, também no Cícero Pompeu de Toledo. Já o Ceará, que teve a estreia do técnico Estevam Soares, segue sua sina de não vencer no segundo turno. Esta é a quinta partida seguida na competição, que se aproxima cada vez mais da zona de rebaixamento. Com 27 pontos e ocupando a 15ª posição, o time buscará a reabilitação na quinta, contra o Palmeiras, no Canindé.

São Paulo acorda e marca no fim do primeiro tempo

Um Ceará melhor organizado em campo, que teve claras chances para abrir o marcador, não o fez e viu o São Paulo matar o jogo em apenas dois minutos. É assim que pode ser analisado o primeiro tempo da partida disputada no estádio do Morumbi. O Tricolor sentia a falta de Dagoberto, enquanto o Vozão apostava todas as suas fichas no baixinho Osvaldo e no rodado Washington, que levou o torcedor são-paulino ao desespero dentro da área.

Jogando em casa e apoiado pelo bom público presente (22.581 pagantes), o time de Adilson Batista só não abriu o marcador porque Fernando Henrique fez grande defesa em cabeçada de Cícero. A bola bateu na trave e, na volta, Michel salvou gol certo de Wellington. Lance que deu a falsa impressão de que seria um passeio no Morumbi.

O Ceará, aos poucos, foi se organizando em campo. Estevam Soares optou pela marcação individual em cima das principais peças do Tricolor. Heleno grudava em Lucas, Michel acompanhava Cícero e o volante João Marcos, improvisado na lateral, vigiava Juan. Com isso, a armação cabia a Wellington e Carlinhos Paraíba, deficientes no passe.


Sem inspiração, o São Paulo passou a ser vítima dos contra-ataques do Ceará, sempre puxados pelo baixinho Osvaldo. Quando Adilson destacou Piris para ser o marcador pessoal do camisa 11 do Vozão, a lateral-direita tricolor passou a ser uma avenida para os avanços de Vicente. Em três lances, a bola foi cruzada com perigo na área e os zagueiros são-paulinos evitaram a conclusão de Washington. Quando ele conseguiu cabecear, Rogério Ceni fez grande defesa.

Vendo o time mal em campo, a impaciência começou a tomar conta da torcida tricolor, que ainda no primeiro tempo, pediu a entrada de Rivaldo. O Tricolor só foi levar perigo novamente aos 37, em chute de Lucas, que obrigou Fernando Henrique a fazer grande defesa. No lance seguinte, Rogério trabalhou em chute cruzado de Vicente e Wellington e, na sequência, Rhodolfo salvaram gol certo de Washington.

O jogo já se encaminhava para o final quando o São Paulo achou um gol com Juan, aproveitando, de cabeça, cruzamento de Carlinhos Paraíba. O Ceará ainda assimilava o primeiro golpe quando levou o segundo. Casemiro, em seu primeiro lance de inspiração na partida, fez assistência primorosa para Piris, que tocou no canto direito de Fernando Henrique e marcou o seu primeiro gol pelo Tricolor.

Casemiro faz golaço, Rivaldo tranquiliza e São Paulo passeia

Com a vantagem no marcador, o jogo ficou da maneira que o São Paulo gosta ou seja, sem a obrigação de ter que tomar a iniciativa e com o contra-ataque à disposição. O jogo ficou aberto, já que o Ceará avançou seu meio-campo e também continuou levando perigo. Aos 12, Estevam Soares mexeu no Vozão, sacando o amarelado Heleno e colocando o lateral Boiadeiro. Com isso, João Marcos saiu da ala e foi para o meio-campo. Adilson respondeu chamando Rivaldo para entrar em campo, na vaga do discreto Henrique.

Com a entrada do camisa 10, o time passou a ter o que faltava até então em campo: alguém que segurasse a bola e distribuísse o jogo. Aos 21, após boa troca de passes da esquerda para a direita, Casemiro arriscou de fora da área e marcou um golaço: 3 a 0. Daí para a frente, foi um passeio. Cinco minutos mais tarde, após cruzamento de Juan, Rivaldo bateu de primeira e completou a festa no Morumbi: 4 a 0. Com a fatura definida, Adilson aproveitou para dar descanso a Lucas e Casemiro, colocando Marlos e Rodrigo Caio em campo. Antes do apito final de Pablo Alves, Cícero, após toque de letra de Rivaldo, quase marcou o quinto. Depois, foi só comemorar.

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