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segunda-feira, 15 de agosto de 2011


Pesquisa utilizou o gene do aracnídeo em cabras para extrair a proteína desejada do leite. O elemento também tem diversas aplicações medicinais.

Pesquisadores da Universidade de Wyoming desenvolveram um método para incorporar em cabras o gene que possibilita a criação de seda pelas aranhas. Com isso, os cientistas conseguem coletar a proteína da seda a partir do leite do mamífero e aplicá-la em diversas causas medicinais.

Por exemplo, devido à sua força e elasticidade, a fibra da seda da aranha pode servir para a criação de ligamentos ou tendões artificiais, suturas no globo ocular e reparações de fraturas na mandíbula. Além dessas aplicações na medicina, essa fibra poderia ser utilizada na confecção de coletes à prova de balas e airbags de automóveis.

Randy Lewis, professor de biologia molecular responsável pela pesquisa, resolveu utilizar os genes da aranha em outro animal porque seria necessária uma grande quantidade de aracnídeos para atingir níveis satisfatórios da proteína. Ao serem reunidas em grandes grupos, as aranhas acabam matando umas as outras, o que inviabilizava o processo de extração da proteína desejada.


Os cientistas removiam as proteínas quando as cabras transgênicas tinham crias e amamentavam-nas. De acordo com a publicação do site The National Science Foundation, além da capacidade de produzir a proteína da seda da aranha, os mamíferos não apresentaram quaisquer outras diferenças de saúde, aparência ou comportamento em comparação com seus semelhantes sem o gene.

Futuramente, os pesquisadores querem incorporar os mesmo genes em pés de alfafa, os quais seriam capazes de produzir quantidades ainda maiores da proteína da seda.

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