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VALDEMIR CINTRA LEVA O PROJETO POESIA NAS ESCOLAS A SÃO BENTO DO UNA

O Projeto Poesia nas Escolas, terá sua edição, no Colégio de Referência José do Patrocínio Mota, na cidade de São Bento do Una, nesta sexta feira, dia 18 de maio... Mais informações »

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ESTUPRADOR DE BELO JARDIM É IDENTIFICADO E CONSIDERADO FORAGIDO PELA POLÍCIA

A Polícia Civil de Belo Jardim, no Agreste de Pernambuco, divulgou a identidade do suspeito de estuprar duas jovens dentro do banheiro de um bar no município... Mais informações »

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EX-DIRETOR DE OBRAS ENVIA TEXTO CITANDO E COBRANDO RESPOSTAS DE HÉLIO DOS TERRENOS SOBRE AS OBRAS PARADAS EM BELO JARDIM

O ex-diretor de Obras da prefeitura de Belo Jardim, Ubirajara Carvalho (Bira), enviou para o blog, uma carta dirigida ao prefeito, Hélio dos Terrenos, onde cita... Mais informações »

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MUNICÍPIO DE BELO JARDIM PAGARÁ MULTA QUASE MILIONÁRIA EM RAZÃO DA INCOMPETÊNCIA DO PREFEITO HÉLIO DOS TERRENOS

Belo Jardim está desgovernado. A prefeitura de Belo Jardim deixará de investir até meio milhão de reais do dinheiro de nossos impostos, que seriam destinados...... Mais informações »

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JOÃO MENDONÇA FALA SOBRE O BOATO DE QUE ELE IRIA SE UNIR A HÉLIO DOS TERRENOS, LEIA

Diante dos últimos acontecimentos com o rompimento da aliança Cintra Galvão/Hélio dos Terrenos, e as demissões dos indicados pelo grupo Galvão... Mais informações »

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Conheça agora a Orfeão de Cordas Nivaldo Jatobá




Um grupo de crianças da cidade de Belo Jardim, no Agreste pernambucano, a 187 quilômetros do Recife, ela costumava estudar música ao ar livre, num local chamado Praça dos Eucaliptos. Chovesse ou fizesse sol, eles estavam sempre lá, ensaiando e aprendendo a linguagem musical por meio das cifras. Hoje, a garota de 15 anos toca violão e guitarra no grupo musical Orfeão de Cordas Nivaldo Jatobá, que possui nove integrantes, sob a regência do professor e maestro Dorisvaldo Dantas Paulino. O grupo é a próxima atração do projeto Vitrine, direcionado aos leitores do Diario de Pernambuco e marcado para o próximo dia 28, no Auditório dos Diários Associados, em Santo Amaro.




Grupo se dedica às composições populares e promove pequenas performances enquanto toca. A primeira aluna deste bem-sucedido projeto de educação musical, Allana Faustino, mostrará junto com o Orfeão de Cordas um legado popular e inusitado. "Nosso repertório é eclético. Os pontos fortes são o arrastão de forró e o pout-pourri de frevo", conta a radialista Damiana Alves Barbosa, 47 anos, coordenadora do grupo musical, que também desempenha o papel de assessora de imprensa.






Segundo ela, o projeto - que hoje possui uma sede na comunidade de Santo Antônio, em Belo Jardim - ficou ameaçado de fechar as portas. Recentemente, no entanto, foi amparado pela Fundação Belo Jardim, que reformou a casa onde fica a sede (serviços de pintura e gesso), além de contratar Dorisvaldo Paulino como regente, pois o grupo estava sem maestro. As aulas são gratuitas e acontecem de segunda a sexta-feira, nos três turnos. Atualmente, a escola possui 60 alunos, mas já chegou a ter uma centena. "Também foram doados instrumentos, pois a escola havia sido roubada. Levaram nossa bateria e o som", explica Damiana Barbosa.

O nome do grupo, detalha ela, foi escolhido em homenagem a Nivaldo Jatobá, seresteiro belo-jardinense famoso e já falecido. Nivaldo era tio de Vilma Jatobá, presidente da Fundação Belo Jardim. E Orfeão quer dizer coletivo.

A apresentação no Recife tem uma hora de duração e inclui músicas conhecidas na voz de Luiz Gonzaga (como Asa Branca e Feira de Caruaru) ou de nomes da MPB, como Geraldo Azevedo (Saudade d'ocê). "Eles sabem tocar muito, mas só agora estou ensinando a teoria musical e a leitura de partituras. Antes, eles só liam cifras. É uma fase de lapidação de talentos", admite o maestro, que está à frente do Orfeão de Cordas há um mês e meio.


Uma curiosidade são os números inusitados, pois em uma das músicas eles tocam formando uma corrente, com os seus violonistas com as mãos entrelaçadas. Allana Faustino, a primeira a chegar ao grupo, se destacou tanto que chega a tocar três violões ao mesmo tempo, inclusive com a ajuda dos pés.

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